terça-feira, 25 de junho de 2013

Entrevista: Zack Snyder para Estadão



Post in: Estadao
É a primeira vez que o nome do personagem não aparece no título do filme. Por quê?

Zack Snyder - Pode parecer uma coisa arriscada, mas é a única coisa sobre a qual estivemos de acordo desde o início. Deborah (Snyder), o estúdio e eu. A verdade é que o S de Superman é uma das cinco marcas mais conhecidas em todo o mundo. Existem estudos que dizem que, mais conhecida que ele, só a cruz de Cristo. Superman bate até a Coca-Cola. Optamos então pelo S, um pouco estilizado em relação ao original, e pelo título de O Homem de Aço. A marca se exprime por si só.
Há outra novidade significativa – a trilha não vai ser aquela a que o público está acostumado? É verdade?
Zack Snyder - Os acordes de Superman também são muito conhecidos e com certeza vão remeter ao filme de Richard Donner, que é o avô de todas as aventuras do herói na tela. Hans Zimmer está criando novos acordes que vão soar diferentes, como nosso filme também pretende ser. O importante é isso. Propor algo novo. Sou fã de quadrinhos desde que me entendo por gente, mas não gostaria de ficar repetindo. Meu sonho era que até Joe (Shuster) e Jerry (Siegel), criadores de Superman, se surpreendessem.
Você se deu bem em 300 e Watchmen, mas Sucker Punch – Mundo Surreal foi uma decepção. Não teme outro fracasso?
Zack Snyder - Se fosse pensar assim, ficaria paralisado. E, depois, sucesso e fracasso são conceitos relativos. Repito ideias de Sucker Punch que acho que vão dar certo.


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